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Imagem mostra reunião que ocorreu na Unisc

Unisc e Cisvale lançam portal de informações sobre a Covid-19

A parceria entre o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) e a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) foi ampliada com a confecção de um portal. O site, batizado de GeoSaúde Unisc, vem sendo desenvolvido por grupos de pesquisa da instituição de ensino, e irá fornecer dados e informações sobre o estudo a ser iniciado no próximo dia 18, que irá mensurar a soroprevalência de SARS-CoV-2 (vírus causador da Covid-19) na região.

Contudo, o espaço virtual promete ser abastecido também com outras questões relativas à saúde e à educação, se tornando um repositório de produção científica. “A ideia é que o portal conte com dissertações de mestrado, teses de doutorado, artigos publicados em periódicos e links de dossiês acerca dos temas tratados pelos grupos de pesquisa e sobre a Covid-19”, ressaltou um dos idealizadores da página, o geógrafo Camilo Darsie.

Segundo ele, a ação foi uma estratégia encontrada como forma de divulgação dos trabalhos de pesquisa associados aos programas de Pós-graduação em Educação, e de Pós-graduação em Promoção da Saúde, ambos realizados na Unisc. “Em cada programa, os grupos de pesquisa desenvolvem investigações relacionadas à Covid-19, diretamente ou sobre temas que se articulam à ela de alguma maneira, caracterizando um trabalho periódico sobre o assunto e sobre a Educação a Saúde em geral”, complementou Darsie, que é doutor em Educação e possui pós-doutorado em Saúde Coletiva.

Site será dividido em sessões

Neste contexto, o geógrafo Camilo Darsie e a professora e psicóloga Betina Hillesheim coordenam o grupo de pesquisa Políticas Públicas, Inclusão e Produção de Sujeitos, no programa de pós-graduação em Educação, enquanto o médico infectologista Marcelo Carneiro organiza as atividades do grupo Tecnologia de Ensino e Segurança do Paciente, no programa de pós-graduação em Promoção da Saúde. Na próxima quarta-feira, três dias antes do início da pesquisa a ser realizada nos 14 municípios de abrangência do Cisvale, a página será lançada na web, e poderá ser acessada através do link geosaudevrp.org.

Imagem mostra o médico Marcelo Carneiro e o geógrafo Camilo Darsie
Médico Marcelo Carneiro e o geógrafo Camilo Darsie

Camilo Darsie explica que o portal GeoSaúde Unisc será dividido em sessões. Uma contará com as informações geradas a partir da pesquisa do Cisvale, com um mapeamento dessa análise sendo feito pelos integrantes dos programas de pós-graduação da Unisc. Já outras duas abas serão destinadas à exploração de materiais acadêmicos de cada grupo de pesquisa.

“O tema Covid-19 será pesquisado por anos em função de todo o impacto causado, tanto na área da saúde como na área da educação ou demais ciências. Por isso faremos do site um grande repositório de material que será fonte para pesquisas sobre o assunto, sendo atualizado ao longo do tempo. A função da Universidade é essa, compartilhar conhecimento e, no caso da Unisc, promover o fortalecimento da comunidade”, complementou Darsie, que também é professor do curso de Medicina da Unisc. O portal GeoSaúde Unisc, desenvolvido tecnicamente pelo mestrando em Educação Bruno Cristiano e pelo estudante de Ciências da Computação Ygor Dreyer, será traduzido para o inglês e para o espanhol.

Primeira prática da pesquisa

Na noite da última quarta-feira, 8, foi realizada a primeira atividade prática relacionada à pesquisa que irá mensurar a soroprevalência da Covid-19 na região de abrangência do Cisvale – Boqueirão do Leão, Candelária, Gramado Xavier, Herveiras, Mato Leitão, Pantano Grande, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Cruz Do Sul, Sinimbu, Vale do Sol, Vale Verde, Venâncio Aires e Vera Cruz.

O encontro, realizado na Unisc, contou com as presenças de Carneiro, Darsie, e de outros coordenadores da pesquisa, como Andréia Valim, Lia Possuelo, Mari Ângela Gaedke, Janine Koeppe, das professoras Jane Renner, Éboni Reuter, Ana Paula Helfer, Daiana Carissimi, Ingre Paz, Susane Krug, Analídia Petry, além da reitora Carmen Lúcia de Lima Helfer, do vice-reitor Rafael Frederico Henn e do diretor de Pesquisa e Pós-Graduação, Adilson Ben da Costa, e da diretora executiva do Cisvale, a enfermeira Lea Vargas. Integram o grupo ainda os pesquisadores Renato Michel, Eliane Krummenauer, Rochele Menezes, Caroline Bertelli e Bruna Martins.

Conforme Lea Vargas, o Cisvale e a Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo têm sido protagonistas na elaboração de ações no enfrentamento da Covid-19. Ainda em abril, na semana epidemiológica 17, iniciou o levantamento dos pacientes sintomáticos que buscam atendimento na rede de saúde dos 14 municípios que integram o Consórcio. 

“Mensuramos as internações hospitalares, leitos clínicos e de UTI, novos casos, comportamento dos pacientes sintomáticos, sempre com uma avaliação semanal. Para aprofundarmos ainda mais o estudo, agora vem a aplicação dos cinco mil testes rápidos adquiridos pelo Cisvale, com a Unisc fazendo a execução”, afirma Lea.

 “Os estudos que aconteceram em março, abril, maio e junho mostraram o que aconteceu naquele período. Agora em julho e agosto, com a pesquisa, iremos mapear toda a pandemia na região do Vale do Rio Pardo”, explicou Marcelo Carneiro, coordenador geral da pesquisa e professor do curso de Medicina e do Mestrado e Doutorado em Promoção da Saúde na Unisc. “É um aprendizado que virá para a universidade e uma contribuição nossa com ciência aos municípios. Eles vão ter que tomar decisões, e tomá-las com base em cima de dados é sempre melhor”, comentou a reitora Carmen Lúcia de Lima Helfer.

Imagem mostra professora sendo testada para detecção da Covid-19
Testagem dos profissionais envolvidos na pesquisa ocorreu na última quarta-feira

Cisvale apoia Amvarp em recurso contra bandeira vermelha na região

Em videoconferência realizada na manhã deste sábado, 11, representantes das prefeituras que abrangem a Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) debateram as ações coletivas a serem adotadas a partir da nova classificação do Estado para o modelo de distanciamento controlado, que determinou bandeira vermelha para a Região 28.

Na reunião virtual, ficou estabelecido que será enviado ao Estado um recurso regional com as referências técnicas a respeito dos índices a serem analisados pelo Estado. “É a primeira vez que estamos nos deparando com essa situação da bandeira vermelha. Por isso, queremos é verificar as possibilidades do recurso com uma argumentação fundamentada”, comentou o prefeito de Candelária e presidente da Amvarp, Paulo Butzge.

Ao longo da tarde deste sábado, a equipe da Amvarp, com o apoio técnico do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), irá elaborar o recurso, que deve ser encaminhado ao Estado até às 6 horas da manhã deste domingo, 12. Conforme a diretora executiva do Cisvale, enfermeira Lea Vargas, serão revisados os números de pacientes ativos e recuperados.

“É necessário verificarmos internamente se essa atualização do sistema compreende somente os positivados levados em consideração pelo Estado”, ressaltou Lea. “A maioria dos pacientes internados são de outras regiões, o que também é algo que deve ser analisado, pois é um indicador que piorou e esse cálculo reflete na nossa região”.

O prefeito de Pantano Grande e presidente do Cisvale, Cassio Nunes Soares, também comentou a ação coletiva. “Queremos apresentar os indicadores das informações que o Cisvale vem levantando, pensando em toda a estruturação que cada município construiu, com as ações de enfrentamento à Covid-19, elementos importantíssimos para o recurso.”

“Estamos bem organizados”, diz médico Marcelo Carneiro

Para o médico infectologista Marcelo Carneiro, que atua junto ao Cisvale, o acompanhamento da evolução da Covid-19 na região vem desde abril, de maneira que há um controle sobre a doença. “Precisamos deixar claro ao Estado o fato de atendermos pacientes internados da nossa região, ao mesmo tempo que absorvemos também os pacientes da macrorregião, sem deixar o nosso sistema de saúde entrar em colapso. Ou seja, estamos bem organizados ao ponto de gerar uma capacidade de atendimento onde não há fila de espera, leitos no corredor e outros pontos negativos”, disse Carneiro.

Mesmo os municípios da Região 28 dentro da chamada regra 0-0, que não registraram internações ou óbitos nas últimas duas semanas (Gramado Xavier, Herveiras, Mato Leitão, Passo do Sobrado, Sinimbu, Vale do Sol, Vale Verde e Vera Cruz), e que poderão adotar protocolos previstos na bandeira laranja, confirmaram a participação na elaboração do recurso regional, enviando as ações que vem sendo feitas por eles junto à cada população. A Região 28 conta ainda em sua área de abrangência com Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Rio Pardo, Candelária e Pantano Grande.

Cisvale e Unisc assinam acordo para início de estudo da prevalência da Covid-19

Em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, 25, o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) e a Associação Pró-Ensino em Santa Cruz do Sul (Apesc), mantenedora da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), realizaram um ato de assinatura para o acordo de cooperação entre as entidades.

O documento estabelece as diretrizes para a execução de uma pesquisa com a finalidade de mensurar a soroprevalência de SARS-CoV-2 (vírus causador da Covid-19) na região de abrangência do Cisvale – Boqueirão do Leão, Candelária, Gramado Xavier, Herveiras, Mato Leitão, Pantano Grande, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Cruz Do Sul, Sinimbu, Vale do Sol, Vale Verde, Venâncio Aires e Vera Cruz.

O evento ocorreu na sede do Cisvale, em Santa Cruz do Sul, e contou com gestores e secretários dos municípios consorciados, além de representantes da Philip Morris Brasil, Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) e da 13ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), que são apoiadores da iniciativa.

Conforme o presidente do Cisvale e prefeito de Pantano Grande, Cassio Nunes Soares, o objetivo é manter o trabalho de combate ao novo coronavírus, com dados que direcionem o caminho a ser seguido pelos gestores para diminuir os dados à população da região.

“Desde o início dessa pandemia, tomamos atitudes em conjunto que fortaleceram os resultados. Precisamos de equilíbrio nesse momento de turbulência para que as ações sejam feitas de maneira adequada, justamente para termos os melhores resultados possíveis. Quem ganha com isso é a comunidade”, ressaltou o prefeito.

Mobilização para minimizar os efeitos

Presente no evento, o presidente da Amvarp, Paulo Butzge, salientou a parceria com o Cisvale na colaboração das ações. “Em nome da nossa associação, agradeço a todas as pessoas que entenderam o momento que estamos vivendo e a necessidade de obtermos dados concretos para a nossa região. Com essa parceria, poderemos fazer a diferença.” A execução da testagem será realizada pelos municípios que compõem o Cisvale, após a instrução técnica e científica repassada pela Unisc.

“Todos estamos mobilizados para minimizar os efeitos da Covid-19. Para nossa satisfação, a Unisc completa nesta quinta-feira seus 27 anos, e estar aqui é a evidência do nosso compromisso com a comunidade e região, sendo objeto de um convênio de pesquisa como esse. Levar ciência e produzir conhecimento que impõe melhorias para a nossa comunidade local e regional, é da nossa missão”, comentou a reitora da Unisc, professora Carmen Lúcia de Lima Helfer.

Colaboração com a comunidade

Desde o início da pandemia da Covid-19, a Philip Morris Brasil (PMB) tem investido em iniciativas de enfrentamento à pandemia em todo o País, com destaque especial para a região do Vale do Rio Pardo, onde está localizada sua operação. Desde março, a área da saúde recebe o apoio irrestrito da companhia, quer por meio de recursos financeiros ou mesmo trabalho voluntário de seus colaboradores.

A mais recente atividade endossada pela PMB é o aporte de recursos financeiros junto à Unisc para a viabilização da coordenação técnica da pesquisa realizada em parceria com o Cisvale, assim como os custos operacionais envolvidos na capacitação e deslocamento dos profissionais responsáveis pela realização dos testes nos municípios da região.

“Neste momento em que toda a sociedade sofre o impacto do coronavírus, queremos colaborar com a comunidade em geral, para que possamos superar as dificuldades o quanto antes. A região do Vale do Rio Pardo tem grande relevância para nossas operações, e é natural que estejamos juntos para superarmos esse grande desafio. Somente por meio da união de todos vamos conseguir superar esse momento crítico”, afirma Alejandro Okroglic, diretor de operações da Philip Morris Brasil.

Como irá funcionar a pesquisa

A pesquisa encomendada pelo Cisvale terá início nos dias 18 e 19 de julho, de forma simultânea nos 14 municípios consorciados ao Cisvale. Ao todo, serão quatro etapas de realização de testes, uma a cada 14 dias, sempre aos finais de semana.

Em cada etapa, serão aplicados pouco mais de mil testes rápidos – coletados a partir de uma gota de sangue retirada da ponta do dedo da pessoa testada, para ser analisada por um aparelho –, totalizando os cinco mil adquiridos pelo Cisvale. A divisão de exames para cada município será realizada a partir de um cálculo matemático, obedecendo a consideração populacional.

Quem irá aplicar os testes rápidos serão servidores municipais de cada prefeitura, sendo supervisionados por professores locais. Todos serão treinados antes de irem a campo. O médico infectologista Marcelo Carneiro será o coordenador geral do estudo. “Vamos trabalhar para que tudo funcione e saia da melhor forma possível, diante deste desafio de realizar todos os exames ao mesmo tempo em várias cidades”, comentou Carneiro. Segundo ele, a forma de análise a ser realizada entrega um diagnóstico fiel ao que o campo de pesquisa apresenta.

“O que temos percebido desde abril é que o desempenho da doença respiratória é muito parecida, e uma análise dessa forma consegue dar o retrato de como está esse comportamento para, a partir daí, entender as condutas e medidas que estamos fazendo ou o quanto isso está impactando na disseminação da doença.”

Serão divulgados relatórios parciais ao final de cada etapa e um relatório completo ao final do estudo. A previsão é de que a última etapa ocorra nos dias 29 e 30 de agosto.

Cisvale adota medidas de prevenção e proteção ao coronavírus no CREM

O presidente do Consórcio Municipal de Serviços de Saúde do Vale do Rio Pardo (Cisvale), Cassio Soares Nunes, e o presidente da Associação de Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp), Rafael Barros, concederam entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, 17, para orientar as prefeituras e a população da região para os cuidados que devem ser tomados em virtude da disseminação do coronavírus no Brasil. Medidas de prevenção e proteção nos ambientes do Centro Regional de Especialidades Médicas (CREM) também foram anunciadas.

O Cisvale divulgou a portaria 159/2020, que contém determinações individuais de prevenção nas próprias instalações do CREM, que recebe pacientes de todo o Vale do Rio Pardo, e também traz orientações aos municípios consorciados.

Para o presidente do Cisvale, o momento é de cautela. “Apesar do Vale do Rio Pardo não ter nenhum caso confirmado, somente suspeitas, nós temos feito reuniões diárias juntamente com a Amvarp. Embora algumas medidas sejam enérgicas, elas são positivas para frear o alastramento do vírus”, afirma Cassio Nunes Soares.

Entre as proposições do Cisvale, estão a necessidade de cada município realizar uma triagem nos pacientes antes de encaminhar para consultas médicas no Centro Regional ou em outros serviços do Consórcio. Aqueles que apresentarem sintomas respiratórios, não deverão ser transportados. O Consórcio orienta também que os pacientes evitem levar acompanhantes quando não houver necessidade – e apenas um será permitido. A intenção é evitar a aglomeração de pessoas nas salas de espera.

Na entrada do CREM, será realizada uma triagem por profissional capacitado e utilizando máscara, para manter casos suspeitos em área separada até atendimento ou encaminhamento ao serviço médico de referência. 

Objetivo é oferecer um ambiente seguro e organizado para a população

O médico infectologista Marcelo Carneiro também esteve na entrevista coletiva desta terça-feira. Contratado pelo Cisvale para prestar assessoria técnica, ele reforçou a necessidade da prevenção: 

“Que seja um ambiente seguro para as pessoas que estão trabalhando no CREM, e para as pessoas que venham para o atendimento. Um ambiente seguro e organizado. Na nossa região ainda temos uma certa tranquilidade, mas essa tranquilidade não significa que devemos ser omissos de condutas preventivas. E essa organização serve para estarmos preparados para uma situação mais grave, caso venha a acontecer, sem pânico”. 

O especialista reiterou que o monitoramento é diário, e que novas medidas ou regras podem ser adotadas conforme o agravamento da ação do coronavírus no Estado e na região. “É importante que as pessoas entendam que esses processos, cancelamentos ou ajustes de horários, são feitos para melhorar o atendimento”, alertou.

A diretora executiva do Cisvale, Lea Vargas, reforçou o pedido para que somente se dirijam até o Centro Regional de Especialidades Médicas as pessoas que tenham consultas previamente agendadas. Para o recebimento de informações ou agendamento de retorno, é necessário utilizar o contato por telefone. O número do CREM é o (51) 3719-6590. O telefone do Serviço de Ginecologia da Prefeitura de Santa Cruz do Sul, que está temporariamente funcionando no local, é (51) 3715.1450.

Também é orientado aos pacientes que tenham atendimentos agendados, que não cheguem com muita antecedência ao prédio do CREM, para evitar o acúmulo de pessoas.

Principais medidas da portaria 159/2020:

  • Estabelecer previamente critérios de triagem para identificação e atendimento de usuários que apresentarem sintomas respiratórios
  • Manter casos suspeitos em área separada até atendimento ou encaminhamento ao serviço de referência
  • Os municípios consorciados e ou conveniados deverão realizar a triagem nos pacientes antes de encaminhar para atendimentos nos serviços prestados pelo Consórcio, e ou CREM. Caso os pacientes apresentem sintomas respiratórios, não deverão ser transportados (transporte público).
  • Os servidores do CREM e ou prestadores de serviços que atuarem na triagem devem fazer uso de máscara
  • Permitido o acesso aos ambientes do CREM somente usuários previamente agendados para consultas e procedimentos ambulatoriais, permitindo apenas um acompanhante que não apresente sintomas respiratórios